quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Liberdade



No meio dos meus devaneios,
Desato a fazer poesias
Palavras mudas que lanço
Para registrar os meus dias

Sem proferir palavras
No silencio dos meus pensamentos
Transparecendo sentimentos
De um passado de tormentos
E ouso premeditar o futuro
Numa intuição muitas vezes infalível
Trazendo do presente
Uma entrega inesquecível

Uma parte de mim sonha
O verdadeiro amo encontrar
A outra morreu tempos
Quando eu deixei de sonhar

Mas a esperança abarcando
Meu coração desacreditado
Vem chegando num sorriso
Bem mansinho e acanhado

Descobrindo a liberdade de me doar
Numa busca desenfreada
Vou saindo fugitiva
Mas, querendo ser encontrada


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