O criatura malandra
Parada na rua a se insinuar
Com seus belos seios fartos
Para o motorista olhar
Olhares lascivos para o bobão
Que para o carro para conversar
Ela mente e sorri com perfeição
Ele topa, sem duas vezes pensar.
No caminho do hotel é só sorrisos
Chama até de meu amor o infeliz
Mal sabe o tapado
Que ela é melhor que uma atriz
Depois que recebe o dinheiro
Muda a cara sem pestanejar
Ai quem dá as cartas é ela
E coitado dele se reclamar
Não pode isso, não pode aquilo
Termine logo, senão eu paro
Ele entra no quarto com tesão
E sai com uma decepção
Isso se não ficar na Mao
Não faz nada o que promete
Vinte minutos são o suficiente
O trouxa sai inconformado
E a meretriz toda contente

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